terça-feira, 22 de outubro de 2013

Trabalhando formas geométricas,cores, as quatro operações e o corpo humano

Crianção de um boneco com formas geométricas


Objetivo


Desenvolver ludicamente as cores e formas em diversos contextos matemáticos


Material necessário

Cartolina ou papel cartão
Tesoura
Balarina ( para segurar um membro ao outro de forma que o boneco fique móvel)


Exemplo de atividades a serem desenvolvidas:
  • Criação do boneco;
  • Escolha do nome;
  • Construção de um gráfico a partir dos nomes sugeridos;
  • Quantificar em um cartaz a quantidade de cada forma e cor envolvida na construção do boneco individual e/ou coletivo;
A partir dos gráficos e cartazes é possível trabalhar as quatro operações
Ex.: Qual foi o nome mais votado?
       Qual foi o menos votado?
       Quanto falta para que o que foi menos votado vencer a votação?
  • Criar combinados e deixar exposto na sala próximo ao boneco, que mudará sua expressão conforme comportamento da turma;
  • Construção individual do boneco onde cada um dará o nome que desejar a sua obra;
  • Alunos menores trabalhar partes do boneco, reforçando os formas geométricas, as cores e as partes do corpo humano e seu posicionamento correto; 
Ex.: pedir para o aluno colocar determinado objeto dentro do circulo de cor vermelha, pedir para a crianças posicionar os membros, olhos, bocas, etc, no boneco.
OBS.: é importante antes da atividades apresentar as cores, formas e o corpo humano a criança.


Prática


     Realizei esse trabalho com o Maternal e através dele a turma fixou as cores, as formas geométricas, além de aprender o posicionamento dos membros no corpo humano, mas previamente os alunos foram colocados em frente ao espelho para observarem seus corpos e músicas onde as partes do corpo são apontadas também foram trabalhadas. 
     Nesse momento os alunos puderam desenvolver a coordenação motora fina colando olhos, nariz e boca no boneco e aperfeiçoar o movimento de pinça. 
     Ao final, como estava próximo ao dia do índio as crianças confeccionaram colar, cocar e tanga para o boneco o o batizaram de indiozinho.


Construção das alunos do Curso Normal de 2013 do Colégio do Instituto Batista Americano

domingo, 20 de outubro de 2013

O Monge e o Executivo

Assunto: Liderança

Café Filosófico:

A leitura do livro O Monge e o Executivo é muito enriquecedora para a vida profissional de todo  professor, pois em sala de aula somos verdadeiros líderes e precisamos desempenhar essa função com excelência.
Acredito que propor a leitura do mesmo para alunos (as) do Curso Normal e de Pedagogia é uma boa opção, não só nesses cursos, mas para todos aqueles que exercem ou exercerão, após sua formação papeis de liderança.
Mas pensando que não só em nossas profissões, mas também em nossa casa como pais, mães, avós, tios, amigos, enfim, em diversos momentos somos líderes, sugiro a leitura do livro a todas as pessoas.
          O professor, assim como a professora Glênia Macedo, pode sugerir que ao final da leitura do livro os alunos façam um  Café Filosófico, como aconteceu com nós do Curso Normal, onde todos coloquem o que aprenderam e entenderam da leitura e assim ampliar ainda mais seu conhecimento a respeito de liderança






Resumo do livro:

James C. Hunter, autor do livro O Monge e o Executivo teve a ideia de escrevê-lo, pois em suas viagens constantemente o perguntavam: “O que é exatamente uma liderança servidora?”.
No Brasil o autor acredita que o sucesso de seu livro está atrelado a insatisfação dos brasileiros para com seus líderes e com seu livro torce para que o leitor se empenhe e tome sua responsabilidade tornando-se assim um líder melhor.
O livro relata a história de John Daily, gerente-geral de uma grande indústria, aparentemente bem sucedido nos negócios, mas que começa a ter problemas em várias áreas de sua vida, inclusive a pessoal. Sendo assim sua esposa Rachel insiste para que ele participe de um retiro espiritual para organizar sua vida. Convencido ele se distancia de tudo e todos e vai para um mosteiro onde permanece por uma semana.
O grupo ao qual John passou a pertencer é formado por líderes que assim como ele estavam tendo problemas. Ao todo seis pessoas participaram do retiro. O ex-executivo Len Hoffman que havia desaparecido do mundo dos negócios havia um bom tempo e que agora era um frade, com o nome de Simeão, iria ministrar as aulas daquela semana para a equipe.
No capítulo um, As Definições, o autor comenta sobre a definição de liderança, poder e autoridade, apontando a diferença entre o conceito dessas duas últimas palavras. A partir dessa reflexão em grupo, nota-se o perfil dos personagens a partir de suas falas.  Percebe-se com a leitura que um bom líder deve agir com o grupo utilizando autoridade, sendo essa uma habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que se deseja. O poder, sendo a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer o que se deseja por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não fazer, não deve ser postura de um líder, visto que um grupo liderado com poder normalmente entra em colapso, os componentes ficam desmotivados e com isso não desempenham seu papel de maneira satisfatória o que atinge negativamente todo o processo.
No capítulo dois, O Velho Paradigma, foi discutido sobre o conceito de paradigma que são simples padrões psicológicos. No quadro Simeão listou velhos e novos paradigmas e instigou o grupo a refletir sobre a utilização desses, tendo vista, que com a entrada do novo milênio é necessário uma mudança de pensamento, pois existem alguns paradigmas que se tornaram inadequados para os dias atuais devido à evolução do mundo.  Em seguida o frade colocou no quadro duas pirâmides uma com o modelo do velho e outra com o modelo do novo paradigma, que deveria existir, onde o líder iria desempenhar seu papel de servidor atendendo as necessidades de seus liderados, com isso os clientes também teriam as suas carências sanadas o que os deixariam satisfeitos com o serviço e daria um retorno muito positivo à empresa. Começa a se falar em relação às necessidades das pessoas as quais o líder deve está atento e satisfazendo-as.  Porém em meio a essa discussão surge à dúvida entre como se diferenciar necessidade de vontade, sendo assim conceitua-se vontade como um anseio onde não há consideração das consequências físicas ou psicológicas daquilo que se deseja Já a necessidade é uma exigência física ou psicológica para o bem-estar do ser humano. Em meio a esse contexto o grupo percebe que quando os níveis de necessidades básicas da pessoa são atendidos ela torna-se motivada e trabalha com entusiasmo, dessa forma o grupo passa a ter um relacionamento mais acolhedor e saudável.
No capítulo três, O Modelo, o significado de liderança dado no primeiro capítulo que seria: “liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir os objetivos identificados como sendo para o bem comum”, volta para roda de discussão, mas dessa vez Simeão pergunta ao grupo qual seria o maior líder de todos os tempos e a resposta imediata foi, Jesus Cristo. Simeão complementa falando da liderança exercida por Jesus baseada em sua autoridade e não no poder, até porque Ele não o possuía, e comenta sobre a afirmação de Cristo dizendo que liderar é servir. Depois da fala do frade o grupo seguiu citando o nome de diversos líderes históricos que também usaram apenas a influência e foram mundialmente conhecidos e seguidos. Neste capítulo é proposto um modelo de liderança que começa com a vontade para se escolher amar e quem ama precisa servir e até mesmo se sacrificar pelos outros e com isso passa a exercer autoridade e influência sobre estes, ganhando então o direito de ser chamado de líder.
No quarto capítulo, O Verbo, durante uma conversa entre John e Simeão, John conta sobre seus sonhos recorrentes onde ouvia: “Encontre Simeão e ouça-o!” e então começam a falar de religião. Para Simeão todos são religiosos e possuem uma crença a respeito de origem, natureza e finalidade do universo. Ele considera a religião como um mapa, um paradigma onde através da crença o indivíduo encontra as respostas para as difíceis questões existenciais. O frade diz ainda que tudo na vida se relaciona verticalmente, com Deus e horizontalmente, com o próximo. O tópico daquele dia foi o amor e assim discutiram dos vários tipos existentes de amor, dentre eles o agápe, que os gregos descreviam como sendo um amor incondicional relacionado com o comportamento com o outro, sem exigir reciprocidade ou algo em troca. É o amor da escolha e não o sentimento do amor. Em seguida é feito um paradoxo entre autoridade e liderança. Posteriormente é definida e apresentada cada qualidade do amor agápe, sendo elas: paciência, bondade, humildade, respeito, abnegação, perdão, honestidade e compromisso. Para que uma pessoa seja boa líder é necessário ter esses sentimentos e para isso precisa se colocar a serviço dos outros e se sacrificar, tudo isso não é fácil, mas quando alguém se propõe a ser líder assim deve proceder.
No capítulo cinco, O Ambiente, o assunto abordado é a importância de criar um ambiente saudável para as pessoas crescerem e terem sucesso e para isso Simeão utiliza a metáfora de plantar um jardim, mostrando como é importante criar um ambiente saudável que favoreça o crescimento da planta, sendo preciso que no local do plantio tenha sol, seja feita a preparação do solo, rega e tornar o ambiente livre de pragas. É necessário que o líder faça o papel do jardineiro, sendo seus liderados comparados ao jardim. Cabe ao líder criar um ambiente propício que provoque um questionamento que leve as pessoas a se analisarem para poder fazer suas escolhas, mudar e crescer, mas é preciso calma e compromisso para colher os frutos.
No sexto capítulo, A Escolha, fala sobre a responsabilidade e as escolhas, sendo que a própria liderança é uma escolha que deve ser encarada com responsabilidade. É abordada ainda a necessidade de se ter cuidado com o determinismo, que significa que para cada efeito ou evento, físico ou mental, há uma causa. E comenta que o determinismo tem dado à nossa sociedade todas as desculpas para os maus comportamentos, evitando assim assumir a responsabilidade adequada por seus atos. Dentro desse contexto o determinismo ambiental, permite que o funcionário culpe seu chefe pela má qualidade de sua vida profissional e o seu mau comportamento no trabalho. Por fim é discutido sobre a influência genética e do ambiente na vida das pessoas, com isso Simeão dá um exemplo dizendo que mesmo irmãos gêmeos univitelinos criados por uma mesma família e uma casa em comum são diferentes, até porque cada um fará as suas escolhas.
No sétimo e último capítulo do livro, A Recompensa, comenta sobre a recompensa daquele que exerce liderança, é falado sobre o esforço que um líder precisa fazer como: se colocar a serviço, amar, prestar atenção, etc e que isso faz com que o ele estabeleça influência sobre seu liderado. Então se discute sobre a liderança embasada na autoridade que tem como recompensa a alegria. Surge então a dúvida de qual seria a diferença entre alegria e felicidade. Simeão explica que a felicidade está baseada em acontecimentos, já a alegria é um sentimento muito mais profundo, que não depende de circunstâncias externas.
Epílogo, nesse momento chega ao final o retiro e com a despedida todos ficam emocionados. Um dos participantes sugere que dentro de seis meses o grupo volte a se reunir e outro se oferece para ser secretário do grupo garantindo que manteria todos informados da data e local desta reunião. John então vai para o estacionamento com suas malas feitas esperar sua esposa. Ele então avista Simeão e vai agradecê-lo pela semana que o proporcionou grande aprendizado e se emociona muito. Sua esposa chega e eles partem para casa.


Desenho na Lixa

     Desenhos na Lixa são fáceis de fazer e ficam lindíssimos, o resultado surpreende aos alunos que ao produzirem esse trabalho sente-se mais capazes e como verdadeiros artistas.
     Trabalhar na lixa com obras de Romero Britto é muito interessante, pois ele utiliza cores vibrantes e legres em seu trabalhos e contorno preto, que uma marca de suas obras, que dá destaque em suas pinturas.
      Romero Bitto é um pintor e artista plástico brasileiro. Podemos observar suas obras não só em tela, mas também em utensílios e objetos como blusa, capa de notebook, caneca, quebra-cabeças, carteira, decoração de unha entre outros.
    Ao propor para o aluno que produza um trabalho com base naqueles produzidos por Romero Britto é importante falar um pouco de sua biografia, pois nesse momento além de conhecerem o artista eles podem perceber que um famoso não nasce famoso, pois Romero nasceu em Recife que passou por momentos difíceis e de pobreza. E isso pode incentivá-los a lutarem por seus sonhos.
     É importante que trabalhos sejam mostrados e que o professor frise as características de suas obras, que são cores vibrantes e alegres e o contorno preto para que o aluno conheça visualmente como são as obras desse artista.
  O professor pode encontrar muitos trabalhos de Romero Britto, além de sua biografia no site: http://www.britto.com/front/originals
     Ao final o professor pode propor que os alunos façam um desenho com giz de cera baseado nas obras de Romero Britto em lixa de madeira, ou lixa d’água. Na primeira o contorno deve ser preto, porém na segunda, como tem fundo preto o contorno do desenho precisa ser de cor branca. É bom que a lixa utilizada para a confecção do trabalho não seja muito grossa, pois dificulta o traçado do desenho além de gastar muito giz de cera.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Felicidade imensa ao receber essa homenagem da professora da Classe de Alfabetização na qual fiz estágio

Juliana
Que bom ter tido você aqui conosco, mesmo que tenha sido pouco tempo...
Seja feliz nessa carreira que escolheu!
"Que nunca te falte
um sonho pelo qual lutar,
um projeto para realizar,
algo para aprender,
um lugar para onde ir,
alguém a quem amar!"
Obrigada pela sua atenção(...)
Feliz dia do Mestre, professora Alcione

O TRIUNFO.

      Recomendo esse filme aos professores e estudantes do Curso Normal  e Pedagogia. Ele leva a momentos de reflexão e mostra a beleza e importância de nossa profissão. A profissão mais bela e nobre de todas, aquela que forma todos os profissionais.
       O professor Ron Clark explora e ajuda seus alunos a desenvolverem seus talentos que por sua vez estão relacionados com  os tipos de Inteligência, que são: Lógica Matemática, Linguística, Musical, Espacial, Naturalista, Interpessoal, Intrapessoal e Físico-cinestésica. O Professor  ajuda sues alunos a desenvolverem essas inteligências considerando a capacidade e facilidade de cada indivíduo. Sendo assim fica a sugestão para as professoras que ministram o disciplina de Psicologia ao explorarem os tipos de inteligência podem está passando esse filme para seus alunos.


quarta-feira, 16 de outubro de 2013